Morri. Concluo, que me desprovi de simpatia. Tornei-me cônscio daquilo que sou e daquilo que posso ser. E ao acordar, fechei os olhos. Ganhei consciência e faleci.
Respondo agora, às perguntas formuladas, de modo grosseiro e insensível. Demiti-me de problemas conscienciosos e de remorsos fúteis. Não me incomoda, que fiquem chateados ou surpreendidos. Vejo-me indiferente perante os outros. E sobre os problemas que comportam. Não quero saber.
Aos cumprimentos, respondo secamente o essencial. Já não me interessa a ideia que têm ou possam fazer sobre mim. Já não vivo para os outros. Aliás, morri.
E embora, ainda não fique imune aos choros, fujo deles porque sei que me vão obrigar de novo a sentir. A preocupar-me. A perguntar. A querer mudar o mundo. E eu não quero. Não quero saber.
Respondo agora, às perguntas formuladas, de modo grosseiro e insensível. Demiti-me de problemas conscienciosos e de remorsos fúteis. Não me incomoda, que fiquem chateados ou surpreendidos. Vejo-me indiferente perante os outros. E sobre os problemas que comportam. Não quero saber.
Aos cumprimentos, respondo secamente o essencial. Já não me interessa a ideia que têm ou possam fazer sobre mim. Já não vivo para os outros. Aliás, morri.
E embora, ainda não fique imune aos choros, fujo deles porque sei que me vão obrigar de novo a sentir. A preocupar-me. A perguntar. A querer mudar o mundo. E eu não quero. Não quero saber.

